Sinédoque, Nova York (Synecdoche New York – Charlie Kaufman, 2008)

Meio difícil dizer que esse filme é ruim. Mas ele é. Ou melhor, não dá pra saber bem. Ele é a coisa mais pretensiosa do mundo, a idéia mais complexa…e também, a mais óbvia, pois todo mundo já deve ter pensado nisso, mas ninguém “fez” nada, não assim. Mas no final, parece um esforço vazio. Talvez esse tenha sido o objetivo do Kaufman e talvez, tendo alcançado, tenha sido perfeito. Não sei…

2/4

Thiago Macedo Correia

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5 Comentários

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5 Respostas para “Sinédoque, Nova York (Synecdoche New York – Charlie Kaufman, 2008)

  1. Roberto

    Como você diz se o filme é ruim se nem se dá ao trabalho de entender ?

    Sim, o filme é todo feito em metalinguagem, de livre interpretação… a casa em chamas, os personagens ambíguos (como nós), a vida que se perde após a rejeição!

    O filme trata da vida e da morte, e como as pessoas se prendem por medo e insegurança.

    Sem contar o excelente trabalho do excelente Philip Seymour.

    E você ainda se considera alguém que possa ter um blog sobre cinema tsc tsc… francamente!

  2. Luis Henrique Boaventura

    E você não apresentou nenhum dos supostos porquês pra Sinédoque ser um bom filme. “Feito de metalinguagem, personagens ambíguos (¬¬), trata da vida e da morte” é informação de sinopse. Try again.

  3. robertofreire

    Sou fa de kaufman desde sempre, mas esse filme realmente… nao chego a dizer que é ruim, porque a complexidade que o criador coloca nos seus trabalhos é bem legal normalmente, mas nesse fica, durante boa parte do filme a sensaçao de que ele passou do ponto.
    Ou isso ou eu sou burro demais pra acompanhar a sagacidade do sujeito. Independente da resposta, o filme nao me agradou MESMO.

  4. Thiago Macêdo

    Caro Roberto (o primeiro), em primeiro lugar, não me julgo coisa nenhuma.
    Em segundo lugar, eu me dei muito ao trabalho de tentar entender o filme, não no sentido de compreender a bagunça metalingüística do Charlie Kaufman ou tentar fechar o filme (isso seria dar chance à megalomania do diretor), mas do ponto de vista de que a intenção da obra é incompreensível. Qual o motivo de fazer um filme sobre uma obra de arte infinita e que não tem nenhuma definição? Montar um filme incompleto para provar que nenhuma obra assim poderia ser plena? Daí a desculpa para as falhas narrativas do comando de Kaufman?

    Como me disse um amigo, sobre um poeta (que não me lembro o nome agora), contemporâneo do Rimbaud, que tentou fazer a poesia completa, levou anos, escreveu algo impossível de entender e depois descobriu que a única obra de arte perfeita seria uma folha em branco; esta sim, abrigaria toda a infinidade de intenções. Daí a minha dúvida com relação ao Kaufman: caso ele tenha tentado mostrar o vazio, a inexistência de emoção em seu filme mostra que o resultado foi alcançado!

  5. filme lixo nao perca seu tempo a ver essa merda

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