O Incrível Hulk (Louis Leterrier, 2008)

Diversão. Essa palavra define bem o que os estúdios Marvel têm conseguido apresentar desde que resolveram tomar conta de alguns de seus super-heróis. Como já haviam conseguido em O Homem de Ferro. O Incrível Hulk é engraçado, cheio de ação e uma trama bem amarradinha. Além disso, conta com um elenco bem sintonizado: Norton está ótimo, como de costume; William Hurt, apesar de discreto, é o William Hurt; Liv Tyler é um monumento e não fica só nisso, desempenha muito bem o papel de donzela em perigo, representando muito bem a urgência que Hulk tem em resolver problemas. E, por fim, Tim Roth. Como é bom vê-lo em um papel importante (não, não acho Roth um grande ator, mas também não o acho ruim ao ponto de ser relegado somente a produções sem expressão alguma) e ele dá conta do recado como principal rival do gigante esmeralda, demonstrando uma obsessão doentia por derrotar Hulk e, de certa forma, uma inveja crescente dos poderes do gigante.

As cenas no Rio de Janeiro ficaram muito boas, é interessante e engraçadíssimo ver o Ed Norton arranhando no português. No final, ainda temos uma surpresa pra quem já assistiu ao Homem de Ferro até o final dos créditos.

3/4

Djonata Ramos

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2 Comentários

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2 Respostas para “O Incrível Hulk (Louis Leterrier, 2008)

  1. Como odeio o filme do Ang Lee (e olha que adoro filmes psicológicos, vai entender…ahah), fui com trocentas suspeitas desse novo. O Hulk é um personagem difícil nas telas, os CGI’s fatalmente incomodarão, mas, para minha surpresa, gostei muito. Diversão garantida, ainda mais com o ótimo Edward Norton (que, aliás, como um amigão meu ia dizendo, não tem NADA a ver com o cara em que se transforma, que tem bem mais a ver com os quadrinhos que com o ator que escolheram pra interpretar)

  2. O Incrível Hulk é mesmo um filme divertido. O primeiro ato, que culmina com a primeira aparição da criatura, é muito bom, realmente bem feito, com cenas ótimas filmadas na Rocinha. O segundo e o terceiro atos decaem um pouco, mas não chegam a ser menos que bons.

    Por incrível que pareça, o vilão é mais interessante enquanto é humano do que depois de virar mutante.

    Ah, e o pessoal que legendou encobriu uma fala ótima: quando o general é informado sobre a possível localização de Banner, ele diz: “Tell them to look for a white man in that factory.” Só faltou emendar: “Shouldn’t be hard to find amongst all the monkeys.” Hahahaha

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