Sábado, Junho 14, 2008...1:01 am

Top! Terror

Ir aos comentários

Hoje o Multiplot! está banhado em sangue. Mas nada mais apropriado do que vísceras rasgadas, membros decepados e vultos enigmáticos espreitando através da noite para embalar mais uma sexta-feira 13. Em virtude da data, uma das mais celebradas por fãs apaixonados – ou seria obcecados? – de Jason, Freddy Krueger e Michael Meyers, resolvemos fazer desta edição dos nossos Tops! uma homenagem a um dos gêneros mais polêmicos do cinema. Aqui estão nossos Tops! dos filmes mais assustadores, repulsivos, esquizofrênicos e doentios de que se tem notícia – lembrando que novamente selecionaremos um top de leitores para colocar junto dos nossos, portanto, participem!

E pra começo de conversa, uma análise exclusiva do primeiro filme da série Sexta-Feira 13, hoje um dos mais populares do gênero e que, neste dia maldito, completa 28 anos.

SEXTA-FEIRA 13 (Sean S. Cunningham, 1980)

[image]

O Acampamento de Crystal Lake é um verdadeiro paraíso… Localizado nas imediações de Nova Jersey a extensa área remete àqueles lugares onde se vai pra passar o resto de sua vida, já extremamente produtiva por tantos anos de trabalho… Só que o filme desse acampamento já foi devidamente queimado por um casal de jovens que, movidos a tesão, deixaram um garoto deficiente morrer afogado no imenso lago que circula a região. Isso foi em 1957. O corpo da criança nunca foi encontrado. E foi exatamente aí que os problemas começaram. Um ano depois, o suposto casal que deixou o menino se afogar, é violentamente assassinado, enquanto se entregavam a folguedos românticos…

Após isso, o acampamento permaneceu fechado e ganhou a fama de local maldito pelos residentes da pacata e pequena cidade de Crystal Lake. E assim ficou por mais de 20 anos, com algumas pífias tentativas de reabertura que nunca se concretizavam, pois alguém ou alguma coisa sempre atrapalhava. Até 1980 quando o filho dos donos do local, Steve Christy (Peter Brouwer) resolve investir mais uma vez no acampamento, justamente para aproveitar as férias de julho. Para isso contrata um bando de garotos na faixa dos 20 anos para ajudá-lo na tarefa. Mas sempre dizem que desenterrar passado é querer se sujar e um a um, são TODOS mortos violentamente num festival sádico que inclui lanças no pescoço, machadadas na cara, esgorjamentos, flechadas em várias partes do corpo, entre outras atrocidades…

Lançado na esteira do sucesso do clássico Halloween – A Noite do Terror, Sexta-Feira 13 sedimentou os parâmetros criados pela obra-prima de John Carpenter. A partir deste filme, somente a criação de um clima de suspense e tensão não era suficiente… Era necessário acrescentar galões e galões de sangue pra chocar o público. Talvez seja isso que torne Sexta-Feira 13 um ícone muito mais popular do que o seu antecessor e principal inspirador: a capacidade de chocar o público com cenas extremamente violentas aditivadas com suspense e tensão. Mas mais do que isso, há um tom iconoclasta e um moralismo às avessas que acredito terem sido os responsáveis pela esperiência saborosa que é assistí-lo (com todas as suas virtudes e todos os seus [muitos] defeitos) e pela sua longevidade, completando nesta data exata (13 de junho) 28 anos de idade.

É difícil estabelecer as razões pelas quais um slasher faz sucesso. O que move as pessoas a irem ao cinema para ver 90 minutos de alguém matando outras pessoas? Sexta-Feira 13 é herdeiro direto de toda uma geração de filmes trash, feitos para os Grindhouses dos anos 70, onde seus diretores não faziam concessões e utilizavam de todos os recursos possíveis e imagináveis para atrair público. Isso implicava na falta de pudor em relação à violência – que era explícita – e com relação ao sexo, dois fatores que atraem mais gente ao cinema do que um lobo às ovelhas.

Mas há algo em Sexta-Feira 13 que o diferencia dos demais slashers (inclusive de suas sequências, todas inferiores). É um filme quase judeu, de certo modo, onde a menor das infrações é punida severamente, tudo no velho esquema “olho por olho, dente por dente”. No caso do filme, o jovem é castrado pelo mundo adulto por ser inconsequente e lascivo. Esses dois comportamentos tão comuns no jovem abalizam e justificam a sua morte pelas mãos de um adulto, alguém que possui uma moral supostamente ilibada, com conceitos bem definidos de certo e errado e que, portanto, precisa corrigir o irresponsável, o imoral e o distorcido jovem. Se for necessário tirar a sua vida, tanto melhor.

O que Sexta-Feira 13 faz, de forma absolutamente brilhante é personificar esse “adulto corretor” na figura de uma mãe e é esta jogada que o torna um filme tremendamente assustador, comparável aos grandes filmes do gênero terror, seja pelo fato de ser uma mulher a responsável pelo massacre impensado de quem quer que pise no acampamento, seja pelo fato de ser uma mãe, o que levantaria questionamentos do tipo “como pode uma mãe, uma pessoa que gera a vida, tirá-la de forma tão discriminada e sádica?”, seja pela possibilidade REAL de, no mais profundo inconsciente do ser humano, imaginar que possa existir uma mãe que faça as coisas que o filme mostra.

Mas não é só. Seu caráter levítico-vingativo-moralista atinge uma parte do expectador que ele não revela no seu cotidiano: a catarse em testemunhar a morte do outro de uma maneira confortável e sem culpa. Não à toa, o suspense do filme é montado de forma a gerar tensão na espera da próxima morte, sempre. Mais do que isso, o filme revela o moralismo contido no próprio expectador, já que este vibra a cada morte de mais um jovem promíscuo. Faz lembrar a sequência do estupro em Laranja Mecânica, onde a reação padrão da platéia é o riso diante de uma cena aterradora. É o cinema extraindo do ser humano a sua falta de bom senso. E isso vindo de um slasher concebido para faturar em cima do sucesso da obra prima de John Carpenter não é pouco não.

Dizem que o sucesso de Sexta-Feira 13 se deve mais ao faro de marketing de Cunningham do que de seu talento como cineasta. Isso soa a uma falácia. Embora o filme possua problemas narrativos e de direção gritantes, há escolhas estéticas que NUNCA mais foram repetidas com a mesma eficiência nas sequências e que aqui contribuem para a criação de uma atmosfera perturbadora. Câmera subjetiva, momentos de silêncio aterradores, escuridão em momentos chave, enfim, clichês típicos de qualquer filme de terror, mas aqui utilizados de uma forma que gerou o resultado final interessante, mesmo que apelativo, porém que sobrevive até hoje.

É uma pena, entretanto, que esses predicados tenham sido diluídos nas sequências, onde Jason representa apenas a moral, e como esta não morre, ele também insiste em voltar. Mas até aí, nós também sempre voltamos… voltamos de tempos em tempos a ver ou rever esses filmes e perpetrando o seu moralismo que sempre negamos ter.

3/4

Daniel Costa

Top! do Leitor:

Meursault

1. Videodrome (David Cronenberg, 1983)
2. Beatrice Cenci (Lucio Fulci, 1969)
3. Prelúdio Para Matar (Dario Argento, 1975)
4. O Enigma do Outro Mundo (John Carpenter, 1982)
5. Filhos do Medo (David Cronenberg, 1979)
6. Irmãs Diabólicas (Brian De Palma, 1973)
7. Dellamorte Dellamore (Michele Soavi, 1994)
8. Rabid Dogs (Mario Bava, 1974)
9. O Inquilino (Roman Polanski, 1976)
10. Scanners (David Cronenberg, 1981)

Tops! da Equipe:

Jailton Rocha

Quando se fala em terror a primeira palavra que vem a mente é medo. Um filme de terror eficiente então seria aquele que consegue te passar essa sensação de maneira plena. Sendo assim, o que mais me passou medo seria Chamas da Morte. Não por se tratar de um “ótimo filme de terror”, e sim por tê-lo visto quando criança, sendo provavelmente o primeiro filme de terror “hard core” que vi, ficando impressionado com tamanha violência e loucura (assisti na TV com o nome de A Vingança de Cropsy). Nunca mais o vi desde então, mas ainda o guardo na lembrança, só que se o revisse hoje, com certeza, não teria o mesmo impacto de antes. Impacto esse que ainda guardo dos demais filmes dessa relação, que sempre vejo e revejo. Cada um ao seu modo, representa não só esse medo que um filme de terror teria que ter, mas outras coisas que também fazem parte desse universo: insanidade, violência, desespero, é que posso citar agora. Temos medo e muito medo com filmes como Alien, O Iluminado, A Hora do Pesadelo e Halloween; insanidade total em filmes como Evil Dead II e A Mosca; e violência e desespero em Sexta-feira 13 e Despertar dos Mortos. E para provar definitivamente que esse não é um gênero fechado que aceita uma coisa só, o humor característica que se pode julgar como algo contrário ao que um filme terror tenta passar, muitas vezes se apresenta de forma bem eficiente. Um Lobisomem Americano em Londres é um exemplo disso. Humor e Terror juntos em harmonia. Com isso tudo a palavra que pode definir melhor os filmes do gênero a meu ver é surrealismo, já que assim tudo vale, e sempre vamos nos deparar aqui com o irreal, o bizarro, o desconhecido, entre outras coisas, fazendo desse gênero uma coisa bem especial.

01. Sexta-feira 13 (Sean S. Cunnigham, 1980)
02. Evil Dead II – Uma Noite Alucinante (Sam Raimi, 1988)
03. Alien – o 8º Passageiro (Ridley Scott, 1979)
04. O Iluminado (Stanley Kubrick, 1980)
05. A Hora do Pesadelo (Wes Craven, 1984)
06. Halloween – A Noite do Terror (John Carpenter, 1978)
07. Um Lobisomem Americano em Londres (John Landis, 1981)
08. Despertar dos Mortos (George Romero, 1978)
09. A Mosca (David Cronneberg, 1986)
10. Chamas da Morte (Tony Maylam, 1981)

Daniel Dalpizzolo

Não sou daqueles que sentem medo vendo filmes – cara foda, hein – e mesmo assim, embora alguns considerem este o sentimento base do gênero em questão, sou fascinado por filmes de horror. Acredito que as escolhas deste TOP! foram feitas menos pelo tormento que estes filmes me proporcionam e mais pelo próprio tormento que os constroem. Por que mesmo na frieza de um rolo de celulóide são encontrados sentimentos. Estes são, portanto, meus filmes perturbados preferidos.

01. A Tortura do Medo (Michael Powell, 1960)
02. Repulsa ao Sexo (Roman Polanski, 1965)
03. The Addiction (Abel Ferrara, 1995)
04. A Hora do Lobo (Ingmar Bergman, 1968)
05. Carrie (Brian De Palma, 1976)
06. Gêmeos (David Cronenberg, 1988)
07. Os Olhos Sem Rosto (Georges Franju, 1960)
08. Prelúdio Para Matar (Dario Argento, 1975)
09. Os Inocentes (Jack Clayton, 1961)
10. Inverno de Sangue em Veneza (Nicholas Roeg, 1973)

Adney Silva

De todos os “gêneros” (escrevo entre aspas porquê separar os filmes em gêneros é uma tarefa um tanto quanto complicada) cinematográficos, o terror é o que consegue, ao mesmo tempo, ser execrado pelos baluartes do ramo (sendo referido como um gênero menor), e amado por milhões de expectadores. Talvez isso aconteça principalmente pelo enorme fascínio que o medo (e suas variações: pavor, temor, terror, asco, nojo, etc…) causa no ser humano. Quem de nós não ficou acordado até mais tarde quando criança esperando aquele filme que o seu irmão mais velho (ou qualquer outro conhecido de idade mais avançada) disse que “era aterrorizante, e que você não conseguiria ver até o fim”? Esse fascínio por esse gênero fez com que muitos cineastas fizessem inúmeras obras-primas. Dentre elas, destaco as seguintes:

01. Os Pássaros (Alfred Hitchcock, 1963)
02. O Exorcista (Willian Friendkin, 1973)
03. M: O Vampiro de Dusseldorf (Fritz Lang, 1931)
04. Alien – O 8º Passageiro (Ridley Scott, 1979)
05. A Mosca (David Cronenberg, 1986)
06. O Bebê de Rosemary (Roman Polanski, 1969)
07. Halloween (John Carpenter,1978)
08. Extermínio (Danny Boyle, 2002)
09. Prelúdio Para Matar (Dario Argento, 1975)
10. Carrie, A Estranha (Brian de Palma, 1976)

Djonata Ramos

É sempre ruim ordenar um top de preferência com filmes tão brilhantes e que, de certa forma, me marcaram em momentos tão distintos da minha vida. Isso em qualquer gênero, obviamente. Não sei bem qual o critério que estabeleci, não é bem o ato de causar medo, mas o de me torturar, de me fazer roer as unhas, de esfregar os pés incessantemente ao assistí-los. E claro, de me fazer ouvir sons estranhos ao tentar dormir, e, por isso, dormir de luz ligada.

01. O Bebê de Rosemary (Roman Polanski, 1968)
02. O Exorcista (William Friedkin, 1973)
03. O Iluminado (Stanley Kubrick, 1980)
04. Psicose (Alfred Hitchcock, 1960)
05. Carrie, A Estranha (Brian De Palma, 1976)
06. A Profecia (Richard Donner, 1976)
07. Extermínio (Danny Boyle, 2002)
08. A Morte do Demônio (Sam Raimi, 1981)
09. A Mosca (David Cronenberg, 1986)
10. Fome Animal (Peter Jackson, 1992)

Sílvio Tavares

Diante da falta de esperança e o sentimento de insatisfação que permeia nossa sociedade, o terror é um gênero que encontra eco em nossos anseios secretos (aqueles mesmos que nos fazem parar frente à televisão quando presenciamos uma cena de enorme violência), no extravasar de nossas emoções mais profundamente abomináveis e no inexplicável prazer em ver a destruição e a degeneração. O cinema explora as diversas vertentes e possibilidades de forma mágica, perturbadora, psicológica e por vezes até poética proporcionando um dos gêneros mais ricos e variados de todos os existentes. Uma pequena lista dos mais marcantes pra mim:

01. A Noite dos Mortos Vivos (George Romero, 1968)
02. A Morte do Demônio (Sam Raimi, 1981)
03. Medo (Ji-Woon Kim, 2003)
04. A Hora do Lobo (Ingmar Bergman, 1966)
05. Jogos Mortais (James Wan, 2004)
06. A Mão do Diabo (Bill Paxton, 2001)
07. O Gabinete do Doutor Caligari (Robert Wiene, 1920)
08. Coração Satânico (Alan Parker, 1987)
09. O Bebê de Rosemary (Roman Polanski, 1968)
10. O Massacre da Serra Elétrica (Tobe Hooper, 1974)

Marcelo Dillenburg

Embora seja frequentemente tratado como um gênero menor, o terror possui uma característica que lhe abre possibilidades tais que, quando bem exploradas, podem levar a resultados fascinantes. A característica em questão é a possibilidade de usar um dos sentimentos mais intrínsecos ao ser humano – o medo – para refletir sobre aspectos inerentes ao nosso cotidiano. Ou você acha que um zumbi do Romero é só um zumbi?

01. A Noite dos Mortos Vivos (George Romero, 1968)
02. Alien – O Oitavo Passageiro (Ridley Scott, 1979)
03. O Gabinete do Dr. Caligari (Robert Wiene, 1919)
04. O Iluminado (Stanley Kubrick, 1980)
05. Os Pássaros (Alfred Hitchcock, 1963)
06. Extermínio (Danny Boyle, 2002)
07. O Bebê de Rosemary (Roman Polanski, 1968)
08. Despertar dos Mortos (George Romero, 1978)
09. A Morte do Demônio – Evil Dead (Sam Raimi, 1981)
10. O Exorcista (William Friedkin, 1973)

Amílcar Figueiredo

Esse top não tem absolutamente nada – ou quase nada, já que mesmo o subconsciente deve ter uma parcela de racionalidade – que esteja de fora das minhas reações instintivas, primevas mesmo, sobre o que vem a ser o terror. São filmes que me fizeram sentir medo, repulsa e intranqüilidade durante a exibição e depois dela, tanto pela estória em si quanto pelo que ela representava. São filmes de estéticas diferenciadas e feitos pelos mais diversos diretores, com várias camadas do desconforto que gera a urgência que gera a mudança que gera o crescimento que, por fim, faz tão bem à espécie humana.

01. Alien – O Oitavo Passageiro (Ridley Scott, 1979)
02. Gêmeos – Mórbida Semelhança (David Cronemberg, 1988)
03. Nosferatu (F. W. Murnau, 1922)
04. O Bebê de Rosemary (Roman Polanski, 1968)
05. O Exorcista (William Friedkin, 1973)
06. O Gabinete do Dr. Caligari (Robert Wiene, 1919)
07. Pulse (Kiyoshi Kurosawa, 2001)
08. Carrie, a Estranha (Brian De Palma, 1976)
09. Wolf Creek – Viagem ao Inferno (Greg McLean, 2004)
10. Poltergeist, O Fenômeno (Tobe Hopper, 1982)

Pedro Kerr

O terror sofre o mesmo tipo de preconceito que comédia e musical, a dificuldade de muitas pessoas em aceitar a farsa, em ficar cobrando um filme mais quadrado. Tanto terror, quanto comédia, quanto musical, são geralmente mais ‘inverossímeis’, ficcionais, dependem muito da manipulação – tanto que tem gente que acha que um filme ser manipulador é necessariamente uma coisa ruim. Aí os filmes acabam meio que destacados dos outros, meio que numa categoria à parte, existem bons filmes, boas comédias e bons terrores, que nunca se misturam. Não por acaso, consideram que bom terror é um que causa mais medo, e boa comédia é a que te faz rir mais; que pra mim não podia ser mais longe da verdade. E é só ver que os filmes de terror mais aceitáveis para o público em geral, como O Exorcista e O Bebê de Rosemary são mais pé no chão e com uma temática religiosa mais digerível. Enfim, no meio dessa bagunça toda, aqui vão dez dos filmes que me atingem mais usando sua face de terror.

01. Prelúdio Para Matar (Dario Argento, 1975)
02. Zombie – O Despertar dos Mortos (George Romero, 1978)
03. Rabid Dogs (Mario Bava, 1974)
04. O Bebê de Rosemary (Roman Polanski, 1968)
05. Carrie, a Estranha (Brian De Palma, 1976)
06. Suspiria (Dario Argento, 1977)
07. Banho de Sangue (Mario Bava, 1971)
08. Gêmeos – Mórbida Semelhança (David Cronenberg, 1988)
09. A Morte do Demônio (Sam Raimi, 1981)
10. Halloween (John Carpenter, 1978)

Luis Henrique Boaventura

01. Prelúdio Para Matar (Dario Argento, 1975)
02. Operazione Paura (Mario Bava, 1966)
03. A Hora do Lobo (Ingmar Bergman, 1968)
04. Lisa e o Diabo (Mario Bava, 1973)
05. Tenebre (Dario Argento, 1982)
06. Império dos Sonhos (David Lynch, 2007)
07. Banho de Sangue (Mario Bava, 1971)
08. Dellamorte Dellamore (Michele Soavi, 1994)
09. Terror nas Trevas (Lucio Fulci, 1981)
10. Seis Mulheres Para o Assassino (Mario Bava, 1964)

14 Comentários

  • Muito bons os tops e seus textos introdutórios.

    Eu também quero fazer meu top:

    1. O Massacre da Serra Elétrica (Tobe Hooper)
    2. O Exorcista (Willian Friedkin)
    3. Alien (Ridley Scott)
    4. Halloween (John Carpenter)
    5. Psicose (Alfred Hitchcock)
    6. Frankenstein (James Whale)
    7. O Iluminado (Stanley Kubrick)
    8. O Bebê de Rosemary (Roman Polanski)
    9. A Hora do Pesadelo (Wes Craven)
    10. Evil Dead (Sam Raimi)

  • Basta olhar para os tops do pessoal, incluindo o do Enxak, pra perceber a quantidade de obras-primas que o terror produziu. Um dos meus gêneros preferidos.

    E só lembrando o pessoal que pretendemos eleger o top de um dos leitores que postar aqui e passá-lo para o texto principal para completar a lista. Então, divulguem vossas preferências, hehehe.

  • Também gostei muito do top da galera do Multiplot.

    Aqui vai o meu top:

    1. Videodrome (David Cronenberg, 1983)
    2. Beatrice Cenci (Lucio Fulci, 1969)
    3. Prelúdio Para Matar (Dario Argento, 1975)
    4. O Enigma do Outro Mundo (John Carpenter, 1982)
    5. Filhos do Medo (David Cronenberg, 1979)
    6. Irmãs Diabólicas (Brian De Palma, 1973)
    7. Dellamorte Dellamore (Michele Soavi, 1994)
    8. Rabid Dogs (Mario Bava, 1974)
    9. O Inquilino (Roman Polanski, 1976)
    10. Scanners (David Cronenberg, 1981)

  • Legal a citação a O Inquilino, Videodrome e O Enigma de Outro Mundo – outras tbm, mas em especial estes que são filmes que eu acabo lançando a outros gêneros mas que sempre me deixam feliz só por vê-los em alguma lista.

  • Ótimo mesmo esse nosso especial de terror com os Tops e os textos. E a resenha do Sexta, nem tem o que dizer. O Daniel escreveu tudo e muito mais sobre o filme. Valeu todos aí!

  • Ótimas listas.

    Aí vai a minha:
    1- Medo (A Tale of Two Sisters, 2003)
    2- Bebê de Rosemary; O (Rosemary’s Baby, 1968)
    3- Volta dos Mortos-Vivos; A (The Return of the Living Dead, 1985)
    4- Audition (Ôdishon, 1999)
    5- Jogos Mortais (Saw, 2004)
    6- Pulse (Kairo, 2003)
    7- Coração Satânico (Angel Heart, 1987)
    8- Noite dos Mortos-Vivos; A (Night of the Living Dead, 1968)
    9- Madrugada dos Mortos (Dawn of the Dead, 2004)
    10- Fome de Viver (The Hunger, 1983)

  • A minha lista:
    1. O exorcista, de William Friedkin;
    2. Coração satânico, de Alan Parker;
    3. O homem de palha, de Robin Hardy;
    4. Madrugada dos mortos, de Zak Snyder;
    5. A profecia, de Richard Donner;
    6. O enigma de outro mundo, de John Carpenter;
    7. Alien, o oitavo passageiro, de Ridley Scott;
    8. Dog soldiers, de Neil Marshall;
    9. Carrie, a estranha, de Brian de Palma,
    10. Re-Animator, de Stuart Gordon…

  • Eu tb sou fã de A Profecia e Dog Soldiers. Alias, se eu não tivesse visto Despertar dos Mortos e O Gabinete do Dr. Caligari esse ano, ambos talvez estivessem na lista.

  • 1. Nosferatu (1922, F.W. Murnau)
    2. O gabinete do Dr. Caligari (1920, Robert Wiene)
    3. A última gargalhada (1924, F.W. Murnau)
    4. O Castelo do Fantasma (1921, F.W. Murnau)
    5. Fausto (1926, F.W. Murnau)
    6. Aurora (1927, F.W. Murnau)
    7. O estudante de Praga (1913, Paul Wegener)
    8. The Golem (1921, Paul Wegener)
    9. O testamento de Dr. Mabuse (1922, Fritz Lang)
    10. Metrópolis (1927, Fritz Lang)
    11. M (1931, Fritz Lang)
    12. O vampiro de Düsseldorf (1931, Fritz Lang)

    os dois últimos são bônus… rsrs

  • Isso foi um top Expressionismo germano?

  • Luis Henrique Boaventura

    Hahahaha

  • Luis Henrique Boaventura

    Resolvi parar de frescura e fazer esse top.

  • Meu top 10:
    1- O Exorcista
    2- O Bebê de Rosemary
    3- O Iluminado
    4- Nosferatu
    5- Drácula de Bram Stoker
    6- A Hora do Pesadelo
    7- Fome Animal
    8- Fenomena
    9- O Chamado
    10- Frankenstein

  • olha o meu ai
    1OLHOS FAMINTOS1,2
    2FILHO DE CHUCK
    3BRINQUEDO ASSASSINO
    4EXORCISTA
    5SINAIS
    6CHAMADO
    7RUINAS
    8HOMEM ARANHA3
    9BARBIE
    10HORA DO PESADELO


Deixe um comentário